Empoderamento

EmpoderamentoEmpreendedorismo

Economia colaborativa e afetiva: tendência e realidade

I Fórum Escambo de Luxo – Foto Claire

A economia colaborativa é uma maneira inovadora de fazer negócios trocando talentos e serviços, economizando, promovendo a sustentabilidade, estreitando relacionamentos e criando oportunidades de mercado.

Um novo jeito de fazer negócios vem chamando a atenção e aumentando a cada dia no país e é por meio da economia colaborativa. Esse formato, no qual a moeda não é uma troca convencional, conecta pessoas ou empresas que podem oferecer o que o outro necessita.

Atualmente, diante do cenário de transformação das relações de consumo, sai na frente aquele que tem um olhar criativo e consegue enxergar oportunidades na crise. A economia colaborativa e afetiva contribui para que isso aconteça.

O conceito é simples: “Em primeiro lugar estar aberto para sentir, em seguida, disposto a colaborar com o outro através de seus talentos”, diz Regina Watson, fundadora do grupo Escambo de Luxo, pioneiro em economia colaborativa no Brasil.

Regina Watson criou o grupo em 1990, em São Paulo. Inicialmente, as reuniões eram presenciais, com participantes das áreas de comunicação, cultura, ciências sociais e empresários.
As reuniões aconteciam na maioria das vezes em forma de pequenos jantares em sua casa, como alternativa para estreitar relacionamentos mais seguros e confiáveis.
A partir daí, consequentemente, o grupo foi se propagando e disseminando para outras tecnologias, passando pelo fax, e-mail, orkut e migrando para o Facebook, onde continua ativo até hoje e segue em busca de investidores para atuarem por meio de uma plataforma.
A rede colaborativa Escambo de Luxo conta com quase 12.000 pessoas selecionadas dentro do Facebook e somente madrinhas ou padrinhos podem indicar novos membros.
Regina idealizou o grupo apostando sempre na contribuição de sanar a dor do outro em primeiro lugar e, consequentemente, os negócios acabavam sendo gerados, ora por conta de reputação e referências, ora por afinidade imediata nos posts. As trocas não são medidas por valor, tempo ou graduação. Esse é o grande diferencial da rede afetiva e genuinamente colaborativa.

Para divulgar, propagar e exercitar o tema, o grupo Escambo de Luxo promove no dia 15 de agosto, na ESPM, em São Paulo, o II Fórum de Economia Colaborativa e Afetiva na Prática.
O evento busca disseminar a cultura de doação e colaboração, inspirando com histórias reais de pessoas que doaram e receberam afetividade, e geraram negócios doando ou trocando seus talentos e serviços de maneira inovadora. A entrada é gratuita.


SERVIÇO

II Fórum de Economia Colaborativa e Afetiva na Prática
Cronograma:
l) Painel no formato tradicional de conferência
ll) Painel no formato desconferência
lll) Momento conexão
*14:00 – Início do credenciamento presencial
*14:15 – Abertura da lista de espera dos pré-inscritos presencial
*14:30 – Abertura do evento
*15:00 – Início Painel l  – Conferência
*16:30 – Coffee break
*16h45 – Início Painel II – A caminho da desconferência
*18:20 – Início Painel lll – Conexão 360º  (com coffee break)
*19:30 – Encerramento

Acesse o evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/216669959051941/
Contatos:
E-mail: escambodeluxo@gmail.com
WhatsApp: (11) 9952-44424

II Fórum de Economia Afetiva e Colaborativa na Prática - Imagem Divulgação
II Fórum de Economia Afetiva e Colaborativa na Prática – Imagem Divulgação

Sobre o grupo Escambo de Luxo:

A Rede de economia afetiva e colaborativa, Escambo de Luxo, desenvolveu um modelo igualitário, sustentável e integrado. Almeja a construção de uma plataforma sólida e consistente, com soluções diante as dificuldades econômicas e crise atual.
Contando com inovações e visões empreendedoras, desenvolveu novas soluções, desenhou um modelo de negócios lucrativo, com monetização, validação de usuários, criptomoedas e escala.
Está pronta para tornar-se uma start-up, em fase de captação de recursos e buscando por investidores. Trata-se de uma rede universal de pessoas do bem, afetiva, capaz de ressignificar vidas por meio de talentos onde a velha economia não é capaz de quantificar em valores ou qualificar de maneira acadêmica, usando a moeda afetiva como instrumento de empoderamento e transformação social.É uma forma simples e efetiva de fomentar ainda mais negócios, estreitar relações duradouras e confiáveis.

Sobre Regina Watson:

Regina Watson - Foto Divulgação
Regina Watson – Foto Divulgação

Regina Watson é formada em Jornalismo, Publicidade & Propaganda, Relações Públicas, Educação Física e se pós graduou em Comunicação voltada para o Terceiro Setor. Fez vários cursos de extensão na área de Marketing, Comunicação e atividades físicas.
Foi bailarina clássica no Brasil e Europa onde viveu uma longa temporada. Ao retornar ao Brasil resolveu abrir a primeira escola particular de ballet clássico profissionalizante voltada para o terceiro setor, a Escola Paulista de Dança. Também desenvolveu atividades para crianças em uma grande rede de academias do Brasil, além de apresentar o telejornal Rural, transmitido pela Bandeirantes.
Atualmente trabalha como fomentadora e facilitadora de negócios através de rodadas negociadoras, faz por paixão captação de recursos para os amigos, é gestora do grupo de trocas de serviços e talentos Escambo de Luxo, grava na Green FM para o programa Regina Watson, investiga o Planeta, administradora de redes sociais, dá apoio ao novo empreendedor, é locutora e dubladora, criadora de eventos inusitados, grava material para o canal do YouTube “Mulheres Acima de 50 pelo mundo”, entre outros.Ainda consegue tempo para abraçar projetos inovadores na área da educação, saúde, envelhecimento, comunicação e ser mãe de três filhos.

Siga a Colunista: @cinthiasouto

Leia mais
BelezaEmpoderamentoIt Moms

Porque o pole dance se tornou o ‘queridinho’ da mulher moderna

Vanessa13

prática ajuda na autoaceitação, alivia o estresse e beneficia corpo e mente no pós-parto

Mayra Cordeiro

Vanessa Reichert

Priscilla

Exercício físico, dança, esporte. Essas são as palavras que definem o pole dance, modalidade na qual são realizadas performances e movimentos com o corpo utilizando-se uma barra vertical como apoio.

Por muito tempo o pole dance foi visto apenas como dança sensual. Em 1996, o filme ‘Striptease’, estrelado pela atriz Demi Moore trouxe cenas eróticas de sua personagem no pole dance, o que contribuiu para que a modalidade ficasse atrelada à sensualidade.

Certamente ela não perdeu esta faceta, mas hoje é também encarada como esporte, com campeonatos de alto nível técnico, e como prática fitness.
A verdade é que o pole dance se consolidou no Brasil e caiu nas graças das mulheres, como no caso de Vanessa Esteves Reichert, professora de pole dance há 8 anos e uma das sócias do estúdio V, localizado no bairro Vila Madalena, na capital.

Aberto há pouco mais de um ano, o estúdio nasceu de uma amizade com sua aluna e sócia, a publicitária Mayra Cordeiro. Elas e as praticantes de pole, Priscilla Lombardi e Kathia Calil elencaram as cinco principais razões do pole dance ter se tornado o queridinho da mulher moderna:

1) Auto aceitação e relação positiva com o corpo

O pole tem efeitos incríveis na relação da mulher com o corpo, começando pelo uso de roupas bem curtas, que favorecem o atrito da barra com a pele. “Durante as aulas precisamos nos encarar em um espelho enorme com roupas pequenas, nos fazendo enfrentar nossos próprios preconceitos com o corpo”, explica Vanessa.

As aulas, portanto, acabam sendo um grande processo de auto aceitação. “As alunas passam a se gostar mais e percebem que são mais fortes e bonitas do que imaginavam”, acrescenta Vanessa.

Para a gerente comercial e aluna de pole há 1 ano e meio, Priscilla Lombardi, de 29 anos, a prática acaba até sendo uma sessão de terapia. “Eu sempre fui muito magra e já sofri bullying por isso. No pole, você passa a se amar mais”, revela.

2) Pós-parto: reencontro com o corpo

A maioria dos médicos não recomenda o pole dance durante a gravidez, por ser uma atividade com alta probabilidade de queda. No entanto, a prática é recomendada no pós-parto, quando muitas mulheres buscam se reconectar com seu corpo.

É o caso da atriz de 31 anos, Kathia Calil. Praticante de pole dance há três anos, ela voltou às aulas um mês após o parto. “Fazer uma atividade que traz força corporal e emocional é muito importante porque eu preciso estar bem para poder fazer bem à minha filha”, relata a atriz que costuma levar sua filha, a Morena de 3 meses, para as aulas.

O pole dance também pode ser um aliado se o foco for o resgate da sensualidade, muitas vezes deixada de lado com a maternidade. “O legal é que você coloca a sensualidade nos movimentos e na dose que quiser”, relata Priscilla.
Mulheres maduras, mães ou jovens: o pole ensina que todas podem ser sensuais.

3) Estresse e ansiedade: vilões da mulher moderna

Com a dupla – ou até tripla jornada de trabalho – as mulheres têm enfrentado, com frequência, problemas emocionais como o estresse e ansiedade.

A prática do pole ajuda a aliviar as tensões não só porque as alunas “se desligam” durante as aulas, mas porque o pole ensina a lidar com desafios e frustrações. “Fazemos coisas incríveis: ficamos de ponta cabeça e dobramos o corpo de formas inimagináveis. Mas nada disso é fácil. Precisamos de treino e dedicação. Depois das aulas, essa força interior também é levada para as outras esferas da vida”, comenta Vanessa.

Para Kathia, força e equilíbrio são o que faz do pole uma modalidade fascinante. “Cada aula é um desafio do seu limite. A cada desafio superado, você se sente mais capaz e mais forte também”, finaliza.

4) Pole Fitness: alternativa à musculação

Nem todas as mulheres gostam das tradicionais academias de ginástica. Umas porque acham a atividade monótona, outras porque não gostam do ambiente, por considerarem-no competitivo. “Os estúdios de pole são um ambiente mais feminino e mais acolhedores”, comenta Priscilla.

No estúdio V, as aulas começam com aquecimento, seguido de uma série de fortalecimento, movimentos como giros e inversões, e termina com relaxamento. “O pole trabalha todos os músculos de uma vez só e as aulas são todas de nível misto, ou seja, cada aluna treina e se desenvolve no seu ritmo”, resume Vanessa.

Além disso, o pole dance é inclusivo, não havendo restrição de idade ou peso. Em 2 meses, em média, as mulheres começam a fazer movimentos com maior exigência de força, e a ver resultados no corpo. “O primeiro mês é o mais difícil, mas é uma questão de treino. Cada pessoa evolui de forma diferente e todo mundo é capaz de aprender”, finaliza Vanessa.

5) Mulheres unidas… jamais serão vencidas!

A união e amizade que nascem entre as praticantes de pole ganhou um apelido carinhoso: pole friends. “Todas têm objetivos em comum: se desafiar, se superar e se amar. Por ser difícil no começo, elas se unem e comemoram juntas um giro ou movimento novo”, conta Vanessa.

A empresária e publicitária, Mayra Cordeiro frequentou as aulas de Vanessa por um ano e meio, período que transformou seu estilo de vida. “Emagreci 10Kg e fiquei mais leve de corpo e espírito”, resume.

A relação de amizade com sua professora também fez nascer uma sociedade entre elas. “Queria o pole mais presente na minha vida. Ao mesmo tempo, acreditava que era preciso eliminar o preconceito e disseminar o quanto o pole é tudo de bom: emagrece e é divertido”, lembra Mayra.

Foi quando convidou Vanessa para montar o estúdio V, que já está em seu segundo ano de funcionamento e que, a cada dia, cativa mais mulheres com seu universo mágico e saudável. “Lá eu esqueço dos problemas que uma mulher do mundo modero tem com a casa, empresa, família, saúde, etc.. Lá é o meu – e só meu – momento”, finaliza Mayra.

Kathia  Calil

Vanessa  ReichertPriscilla

Leia mais
EmpoderamentoEmpreendedorismoIt MomsReceitas

Da garagem de casa, para o mundo

_MG_2961

Da garagem de casa, para o mundo

Em 2015, Edmara convidou algumas amigas, para comemorarem seu aniversário, em um café da tarde. Para isso, precisou de um bolo, bem bonito, mas ela mesma queria fazê-lo. Assim, sem receita e, principalmente, sem saber confeitar bolos, procurou a ajuda de alguns amigos e pegou receitas no youtube. O sucesso do bolo foi tão grande que, ela passou a fazer os bolos de comemoração, dos aniversários da família inteira.

Com apenas 5 fotos de bolos, que divulgou nas redes sociais, logo virou sucesso e começou seus cursos. Em um determinado dia, foi dormir Edmara e acordou Mara Cakes. E o que eram apenas aulas simples, na garagem de sua casa, tornaram-se grandes cursos e seu nome virou referência por todo o Brasil e até fora dele.

Foi escolhida para palestrar no Congresso Internacional de Confeitaria Artística, em meio a tantos confeiteiros já consagrados. As palestras desse congresso, normalmente registravam um público de 600 pessoas. Em sua palestra, bateu o recorde, com até 6 mil pessoas online, assistindo.

No exterior, ministrou cursos na Itália e sentiu a necessidade de se especializar mais, fazendo cursos de formação de professores da Wilton, que é o maior nome de produtos para confeitaria do mundo. Visitou grandes confeitarias em Paris e Londres. Fez cursos na Inglaterra e Espanha e esteve no maior congresso de confeitaria do mundo. Voltando ao Brasil, publicou dois livros de receitas de sua autoria e um DVD com mais de 30 vídeo-aulas. Hoje ela tem um total de mais de 12 mil alunos espalhados pelo Brasil e em 16 países, com 350 mil seguidores em todas as suas redes sociais.

“E o meu trabalho segue fazendo sucesso. Sei que, ainda tenho muito a aprender. Mas hoje, se parasse por aqui eu já estaria satisfeita. Pois foi muito além do que podia imaginar. Ser reconhecida no aeroporto. Ser seguida e admirada por tantos. Isso não tem preço”, conta Mara.

Aos 38 anos de idade Edmara jamais imaginou viver os melhores dias de sua vida se sentindo realizada profissionalmente e atribui todo esse sucesso rápido, em uma dica para quem está começando: “Acho que, cada um precisa acreditar mais em si mesmo. E, principalmente, fazer ao próximo somente aquilo que deseja para a própria vida. Acho que, a receita do sucesso, está na última frase”.

Leia mais