Abrimos o dia com o desfile de Animale, que apresentou peças com assimetria, recortes geométricos e despojamento, com estampa de cobra (nas bolsas e em detalhes em paletós e barras de calça de alfaiataria), maxijoias, transparências e bordados em tweed.


Na sequência, direto da Pinacoteca, UMA deu show!

Marca que fala com o público que divide o gosto por essa estética minimalista, com roupas descomplicadas, mas com pensamento de design, bom uso de materiais e preocupação com conforto. Tipo euzinha!

Direto da Bienal, João Pimenta empresta sua excelência de quase alta costura para peças de fácil aceitação como moletons, casacos de chuvas e camisetas.

O styling, surpreendeu pelo origami de peças que juntam design diferentes que se completam em sobreposições. Os toques de oversized foram bem medidos e de fácil vestimenta.

Lilly Sarti trouxe para sua coleção um pouco do tempo em que vivem os gostos da moda contemporânea, buscando passado e futuro, leveza e peso, formalidade e relax , entrando e saindo de referências com foco na imagem final, a superfície que desenha e constrói as formas dos corpos.

Uma viagem à Islândia construiu o visual do desfile da Osklen, que fechou o 1o dia dessa edição e apresentou uma cartela de cores formada por tons bem claros (off white, rosinha, azul claro, cinza) iluminados em alguns momentos por amarelo, laranja e azul royal.

Em resumo, a passarela confirmou a tendência já esperada de  fluidez, conforto, peças oversized, couro, transparência, alfaiataria e peças que vão da passarela ao dia-a-dia facilmente.

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Cacá Filippini

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