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Confira os principais cuidados para aproveitar a folia com o pet

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Atenção com o calor e aglomeração, vacinação e controle de carrapatos estão entre as recomendações do médico veterinário
São Paulo, fevereiro de 2020 — Já foi o tempo em que animais de estimação eram proibidos em restaurantes, hotéis e shoppings. Os lugares pet friendly ganharam espaço com a mudança de comportamento diante a necessidade dos tutores curtirem os momentos junto com os pets. E no carnaval, não é diferente. Além dos animais serem permitidos nos bloquinhos, eles possuem até uma folia exclusiva. De acordo com Marcio Barboza, médico-veterinário e Gerente Técnico da MSD Saúde Animal, o carnaval também pode ser benéfico para os animais. Porém, para uma comemoração saudável, é preciso estar atento a alguns cuidados.

“Precisamos ter consciência que algumas espécies, como os gatos, possuem um perfil mais introspectivo e, por isso, não é aconselhável leva-los para a farra. Os cachorros, dependendo da personalidade e temperamento, conseguem se adaptar facilmente e, com certeza, vão curtir o passeio”, alerta.

Vale lembrar que as orientações concedidas abaixo pelo médico-veterinário são importantes também para aqueles que fugirão das festas tradicionais do carnaval e irão viajar para a praia ou sítio, por exemplo. A mudança de rotina pode afetar o pet e, portanto, é necessário respeitar a alimentação, repouso, estar com a vacinação e prevenção de parasitas internos e externos atualizados. Para aproveitar o feriadão com tranquilidade em ambas as situações, confira as dicas:

• Cuidado com o calor – Se para nós nem sempre é fácil lidar com o sol e calor intenso, imagine para o seu pet? “Se for curtir com o animal no bloquinho, prefira os que acontecem de manhã ou no final do dia e atente-se à temperatura do solo, que pode queimar as patinhas do seu amigo. Além disso, é necessário oferecer ao bichinho paradas para descanso e água fresca”, lembra Marcio Barboza. E se for viajar, não se esqueça de trocar a água do pet com frequência e deixar o local de descanso fresco.

• Evite aglomerações — elas deixam os lugares barulhentos, quentes e estressantes para o animal. Se você quiser levar seu amigo de quatro patas a algum evento de rua, procure aqueles mais calmos. Dica: algumas cidades já promovem eventos voltados a quem quer levar seus pets para a folia. Informe-se.

• Prevenção é tudo – Independentemente de onde você vai passar o carnaval, não se esqueça de manter o pet com as vacinas em dia e protegido contra pulgas e carrapatos — de preferência com produtos de longa duração. Isso porque, em feriados e datas festivas como essa é comum sairmos da rotina, o que implica o pet ter contato com pessoas e animais diferentes da rotina dele. Mas lembre-se: iniciativas de proteção à saúde do seu pet como essas merecem atenção ao longo de todo o ano.

• Fantasia só se for confortável — As redes sociais estão repletas de ideias de fantasias para os pets. Muito divertido entrar na brincadeira, mas atente-se a alguns detalhes, especialmente aos materiais que compõem a peça escolhida. O gliter, por exemplo, pode causar dermatite, entrar nas narinas ou nos olhos dos animais. Vale ainda checar se a roupa ou acessório não está apertado ou quente demais, isso pode estressá-lo.

• Identificação completa — Para finalizar, aí vai uma dica valiosa, que vale também para todo o ano: use coleira de identificação. Com o acessório, caso o animal se perca, vai conseguir ser identificado, evitando que fique perdido nas ruas, e seja, então, devolvido para você.

Depois dessas informações importantes, você já sabe como curtir da melhor forma o carnaval com o seu amigo de quatro patas. E vamos combinar que, se por algum caso, alguma emergência ocorrer, só um veterinário poderá ajudá-lo.

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Confira os principais cuidados para aproveitar a folia com o pet

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Atenção com o calor e aglomeração, vacinação e controle de carrapatos estão entre as recomendações do médico veterinário

Já foi o tempo em que animais de estimação eram proibidos em restaurantes, hotéis e shoppings. Os lugares pet friendly ganharam espaço com a mudança de comportamento diante a necessidade dos tutores curtirem os momentos junto com os pets. E no carnaval, não é diferente. Além dos animais serem permitidos nos bloquinhos, eles possuem até uma folia exclusiva. De acordo com Marcio Barboza, médico-veterinário e Gerente Técnico da MSD Saúde Animal, o carnaval também pode ser benéfico para os animais. Porém, para uma comemoração saudável, é preciso estar atento a alguns cuidados.

“Precisamos ter consciência que algumas espécies, como os gatos, possuem um perfil mais introspectivo e, por isso, não é aconselhável leva-los para a farra. Os cachorros, dependendo da personalidade e temperamento, conseguem se adaptar facilmente e, com certeza, vão curtir o passeio”, alerta.

Vale lembrar que as orientações concedidas abaixo pelo médico-veterinário são importantes também para aqueles que fugirão das festas tradicionais do carnaval e irão viajar para a praia ou sítio, por exemplo. A mudança de rotina pode afetar o pet e, portanto, é necessário respeitar a alimentação, repouso, estar com a vacinação e prevenção de parasitas internos e externos atualizados. Para aproveitar o feriadão com tranquilidade em ambas as situações, confira as dicas:

• Cuidado com o calor – Se para nós nem sempre é fácil lidar com o sol e calor intenso, imagine para o seu pet? “Se for curtir com o animal no bloquinho, prefira os que acontecem de manhã ou no final do dia e atente-se à temperatura do solo, que pode queimar as patinhas do seu amigo. Além disso, é necessário oferecer ao bichinho paradas para descanso e água fresca”, lembra Marcio Barboza. E se for viajar, não se esqueça de trocar a água do pet com frequência e deixar o local de descanso fresco.

• Evite aglomerações — elas deixam os lugares barulhentos, quentes e estressantes para o animal. Se você quiser levar seu amigo de quatro patas a algum evento de rua, procure aqueles mais calmos. Dica: algumas cidades já promovem eventos voltados a quem quer levar seus pets para a folia. Informe-se.

• Prevenção é tudo – Independentemente de onde você vai passar o carnaval, não se esqueça de manter o pet com as vacinas em dia e protegido contra pulgas e carrapatos — de preferência com produtos de longa duração. Isso porque, em feriados e datas festivas como essa é comum sairmos da rotina, o que implica o pet ter contato com pessoas e animais diferentes da rotina dele. Mas lembre-se: iniciativas de proteção à saúde do seu pet como essas merecem atenção ao longo de todo o ano.

• Fantasia só se for confortável — As redes sociais estão repletas de ideias de fantasias para os pets. Muito divertido entrar na brincadeira, mas atente-se a alguns detalhes, especialmente aos materiais que compõem a peça escolhida. O gliter, por exemplo, pode causar dermatite, entrar nas narinas ou nos olhos dos animais. Vale ainda checar se a roupa ou acessório não está apertado ou quente demais, isso pode estressá-lo.

• Identificação completa — Para finalizar, aí vai uma dica valiosa, que vale também para todo o ano: use coleira de identificação. Com o acessório, caso o animal se perca, vai conseguir ser identificado, evitando que fique perdido nas ruas, e seja, então, devolvido para você.

Depois dessas informações importantes, você já sabe como curtir da melhor forma o carnaval com o seu amigo de quatro patas. E vamos combinar que, se por algum caso, alguma emergência ocorrer, só um veterinário poderá ajudá-lo.

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Pets precisam usar bloqueador solar

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Médica veterinária especializada em oncologia alerta sobre os riscos do câncer de pele também em cães e gatos

Verão, sol, férias, mais passeios com os pets!

Já providenciou o protetor solar do amigão?

Muita gente acha que os pelos protegem cães e gatos dos raios solares, mas não é bem assim.

Sol demais pode provocar queimaduras principalmente nos animais que têm pele e pelos claros. E como os humanos, os animais também podem desenvolver doenças dermatológicas e câncer de pele.

Os animais de pelos escuros são menos vulneráveis, mas os de pouca pelagem precisam proteger principalmente as regiões da face, focinho e orelhas, e a abdominal.

Muitos animais adoram tomar sol de barriga para cima!

“Quando as temperaturas estão mais altas, precisamos ficar atentos à proteção deles nos passeios, caminhadas e nas cochiladas no sol. Sempre que houver exposição, devemos usar bloqueador solar no pelo todo e, especialmente, nas regiões com pouca ou nenhuma pelagem. Recomendo também o uso de roupinhas para protegê-los no sol mesmo com o calor. Tente usar as de algodão que são mais fresquinhas”, orienta a Dra. Simone Crestoni, médica veterinária especializada em oncologia prestadora de serviços da rede Seres da Petz.

O que vale para os tutores, vale também para os animais: a aplicação do protetor solar deve ser feita de acordo com tempo de exposição no sol. Se o pet passa um período longo em áreas externas entre 10h e 16h, é recomendável ao tutor passar o protetor no animal mais de uma vez ao dia. Quanto maior o fator de proteção, menor a possibilidade queimaduras na pele.

Protetor Solar especial para pets – O jeito de usar é o mesmo, mas um alerta! Use nos pets bloqueadores solares próprios para animais. Com exceção dos bloqueadores sem cheiro e hipoalergênicos (ideal para crianças e pessoas com pele sensível), os produzidos para humanos podem provocar alergias e intoxicação nos bichinhos.

Algumas raças têm predisposição ao desenvolvimento do câncer de pele. Entre elas, golden retriever, poodle, boxer e dálmata.

Os tutores devem ficar atentos a sinais de desconforto como coceiras ou lambição persistente na mesma região; feridas, carocinhos ou manchas vermelhas na pele.

“O câncer de pele normalmente se mostra como um nódulo, mas sua manifestação pode variar. Áreas com vermelhidão ou com perda de pigmentação ou com queda de pelo (placas, eritemas e áreas de alopecia)podem indicar a instalação da doença. Alguns cânceres camuflam outras doenças, como uma dermatofitose (infecção fúngica). Desconfiem sempre de lesões que não cicatrizam. Mas nem todo nódulo é câncer. Pode ser apenas uma verruga ou gordura. Precisamos avaliar e investigar”, explica a médica veterinária especializada em oncologia.

Geralmente, o tratamento do câncer de pele inclui cirurgia para remoção dos nódulos associada a sessões de eletroquimioterapia, radioterapia, quimioterapia ou crioterapia, dependendo do tipo diagnosticado.

Cães e gatos não produzem vitamina D através da pele. Então, diferente do ser humano, eles não precisam tomar sol com frequência. Mas mesmo os animais que passam mais tempo dentro de casa, sem contato direto com o sol, devem usar bloqueador solar diariamente para se protegerem da radiação ultravioleta, cuja incidência vem aumentando nos últimos anos por causa dos buracos na camada de ozônio.

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6 cuidados ao passear com o cachorro no verão

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Veterinária da DogHero explica que passear com o cachorro é importante mesmo na estação mais quente do ano, mas é importante ficar atento a alguns pontos

O passeio traz melhorias para a saúde física e mental do cachorro, mesmo que não seja muito longo. Mas em períodos quentes como os dias de verão, é importante tomar alguns cuidados para garantir, por exemplo, que eles não queimem as patinhas durante o trajeto. Pensando nisso, Thaís Matos, veterinária da DogHero , maior empresa de serviços para pets da América Latina que, através do site e app, conecta quem tem animal de estimação a uma comunidade de passeadores, pet sitters e anfitriões escolhida a dedo, separou algumas dicas importantes nesse sentido.

O passeio é, sem dúvida, umas das atividades mais importantes na vida de qualquer cão. Quando não têm uma rotina de atividades, os cachorros podem tornar-se ansiosos e possivelmente ter comportamentos destrutivos. “Cachorros são animais que precisam interagir com o mundo e isso é algo que eles só conseguem quando saem do quintal espaçoso ou do ambiente doméstico: é preciso ir pra rua”, explica Thaís. “Mas sempre com segurança e bastante atenção”, acrescenta. Confira abaixo as principais orientações:

1 – Tem hora certa para não passar calor: escolha fazer o passeio em horários quando a temperatura não está tão alta e a incidência do sol é menor. Vale lembrar que muitas vezes, mesmo em dias nublados, o chão fica com a temperatura alta, devido à presença do mormaço, que queima tanto quanto o sol. Preferencialmente, saia com os cães antes das 10h e após as 17h. Assim, você evita que eles fiquem muito cansados, ofegantes e que queimem as patinhas;

2 – Passeio não tira férias: é importante adaptar, mas manter a frequência de passeios do cachorro mesmo no verão. Caso falte disposição ou tempo para passear com o cãozinho, vale chamar um passeado. Na DogHero é possível contratar passeios de 30 minutos ou 1 hora e a atenção é exclusiva: os passeios acontecem com um cachorro por vez (ou até três, se forem da mesma família).

3 – Cuidado para não queimar as patinhas do cachorrinho: faça o teste com o seu pé descalço ou com a palma da sua mão. Se você não aguentar o contato por mais do que dez segundos, é provável que seu cãozinho também não aguente. Nesse caso, não saia com o cachorro e escolha outro horário para o passeio;

4 – Opte pela grama: a grama é bem mais fresca que o asfalto e causará mais conforto ao passeio do cachorro, evitando possíveis queimaduras nas patinhas (além de ser mais divertida);

5 – De olho no trajeto: durante todo o passeio temos que ficar atentos a qualquer movimento que o cachorro faça. Mesmo que o trajeto já seja conhecido por ambas as partes, o cachorro pode se machucar com algum objeto cortante e ferir os coxins (as famosas “almofadinhas” que ficam na sola da pata dos cães). Ele também pode acabar ingerindo algum corpo estranho ou resto de lixo da rua, ou até mesmo acabar se machucando caso se aproxime de locais (portões) em que haja pets que não aceitem a presença de outros animais. Para evitar isso, basta manter a guia curta e sempre firme.

6 – Hidratação: não se esqueça de levar água fresca para o oferecer ao cãozinho durante o passeio. Mesmo que ele não aparenta estar com sede, ofereça água e estimule a ingestão dela para trazer mais conforto ao cachorro e evitar que ele passe mal com o calor.

Sobre a DogHero
A DogHero é a maior empresa de serviços para cães da América Latina. Pelo seu app e site, conecta pais de cachorro a passeadores e anfitriões que hospedam cães em casa. Atualmente, a comunidade de cuidadores conta com mais de 20 mil anfitriões em 750 cidades no Brasil, Argentina e México que passam por um extenso e rigoroso cadastro e recebem orientação adequada. A DogHero foi fundada em 2014 por Eduardo Baer e por Fernando Gadotti.

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SHAMPOO PARA CÃES É TUDO IGUAL?

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Não! Assim como existem cães com diferentes pelagens e características de pele, no mercado é possível encontrar diversas opções de shampoos e condicionadores, elaborados também com diferentes objetivos. O veterinário Ricardo Cabral, da Virbac, explica como escolher os produtos e alerta para a importância de não usar produtos de humanos

Seja no petshop ou em casa, os tutores precisam ter atenção nos shampoos utilizados durante o banho. Afinal, cada cão possui uma necessidade diferente e é preciso entender quais são os produtos indicados para manter seu tipo de pele e pelos saudáveis. “A regra mais importante é utilizar apenas produtos de higiene canina! Muitos tutores acabam utilizando o seu próprio shampoo ou até mesmo barra de sabão de lavar roupas, mas isso pode prejudicar muito a pele do cachorro”, afirma o veterinário Ricardo Cabral, da Virbac. “Além de ressecar a pele e provocar alergia e irritações, o uso de produtos inadequados pode também causar um desiquilíbrio de óleos nos pelos, criando um ambiente ideal para bactérias, parasitas e vírus”.

Hoje, o mercado pet oferece diversas opções e marcas de shampoos e para auxiliar na escolha do produto ideal, Cabral listou os principais pontos de atenção. Confira:

Utilize shampoos hipoalergênicos
Busque sempre por shampoos que utilizem ingredientes hipoalergênicos, pois eles não agridem a pele dos cães. “Mesmo que o cão não seja alérgico, a pele dele pode ficar irritada na presença de agentes que nunca teve contato. A escolha de produtos hipoalergênicos minimiza esse risco.”

Repare na pelagem do seu cão
Existe uma grande diversidades de raças e cada qual com sua particularidade. Algumas têm pelos grossos e longos, enquanto outras têm pelos curtos e finos. Há ainda uma infinidade de cores de pelos. “Um dos objetivos dos shampoos caninos é auxiliar no cuidado e manutenção dos pelos. Eles possuem funções como ser desembaraçante, antiqueda, manter a cor natural do pelo, entre outras. Portanto, identificar necessidades comuns a cada tipo de pelagem facilitará na hora de comprar o produto”.

Cuidar da pele é essencial!
Mais importante que garantir pelos sedosos e brilhantes, é manter a pele do pet saudável. “Esse ponto é o mais importante, pois tratar a pele é sinônimo de garantir saúde para o cão, tendo em vista que existem diversas doenças de pele como sarna, micose, dermatite atópica, alergias, seborreia, entre outros, que prejudicam e incomodam muito os pets”, explica Cabral. “Atente-se ao tipo de pele do seu cão! Se ela é seca, por exemplo, procure por um shampoo hidratante. Se é oleosa, um shampoo que controle a oleosidade. Leia sempre o rótulo e consulte o veterinário”.

Optar por marcas reconhecidas no mercado dermatológico também é garantia de uma pele saudável. Além disso, caso o pet já tenha contraído doenças de pele, os shampoos dermatológicos auxiliam no tratamento e prevenção. A marca Virbac, por exemplo, oferece soluções para alívio imediato da irritação e prurido da pele, infecções bacterianas da pele (piodermite superficial) e fúngicas (inclusive Malasseziose) e adjuvante no tratamento de piodermites profundas, para o tratamento e controle da pele oleosa associada à seborreia dos cães, entre outros.

Importante!
Filhotes de cachorro precisam de cuidados especiais em relação ao banho. Para tomar banho no petshop, onde haverá contato com outros cães, é necessário esperar todas as vacinas. Mesmo para o banho em casa, existe o risco de deixar a pele e pelos molhados, então é recomendável esperar pelo menos 12 semanas: antes disso, o uso de toalhas umedecidas específicas para cães é o ideal. Além disso, utilize produtos especializados ou o recomendado pelo veterinário, e introduza o banho na rotina do filhote aos poucos para não gerar traumas.

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Resgate Pet, reality show sobre animais abandonados

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Transmitido pela RedeTV, programa é protagonizado pela ONG Focinho Abandonado, e conta com patrocínio da MSD Saúde Animal; Iniciativa também traz plataforma com conteúdos exclusivos sobre o mundo pet

No ultimo domingo, 24, a RedeTV transmitirá o Resgate PET, reality show que contará histórias de resgate de animais abandonados. O programa conta com 14 episódios que serão exibidos semanalmente das 11h45 a 12h15. A iniciativa é protagonizada pelos resgates feitos pela ONG Focinho Abandonado, e conta com o patrocínio da MSD Saúde Animal.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que só no Brasil existe mais de 30 milhões de animais abandonados, entre 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. E apesar dessas informações negativas, é possível observar que a sociedade está cada vez mais madura em relação ao cuidado e bem-estar dos animais.

Uma das principais patrocinadoras, a MSD Saúde Animal, acredita que promover a conscientização dos cuidados com os animais é fundamental e contribui para um mundo melhor. “Melhorar a saúde dos animais é um dos propósitos da empresa e, por isso, apoiar um programa por meio da nossa área de responsabilidade social com essa causa vai de encontro com o que promovemos no dia a dia. Queremos dessa forma fomentar mudanças sociais e deixar um legado para a sociedade”, afirma Patrícia Shine, gerente de Conectividade e Desenvolvimento da MSD Saúde Animal.

“O Resgate Pet é um sonho realizado. O programa nasceu depois de um longo processo ao qual resgatamos mais de 42 animais com terríveis doenças como cinomose, parvovirose e leishmaniose. Queremos mostrar para a sociedade a importância de cuidar dos animais e mostrar um pouco desse nosso amor”, explica Amanda Torraca, Socia Diretora da Due Produções e idealizadora do Reality Show. Outras empresas como Royal Canil e Hospital Estimma também auxiliam na transmissão da série.

Plataforma reproduzirá os conteúdos e trará materiais exclusivos

Para facilitar a vida dos telespectadores e trazer novas possibilidades, a Due Produções lançou a plataforma Pet Talks, que trará episódios e conteúdos exclusivos como entrevistas e dicas de saúde e comportamento de especialistas e médicos-veterinários da MSD Saúde Animal.

O Pet Talks está disponível nas principais redes sociais. Facebook @pettalks Instagram: @pet_talks_ Youtube: Pet Talks

Sobre a MSD Saúde Animal

Há mais de um século, a MSD – empresa biofarmacêutica líder global – tem promovido a inovação para a melhoria da vida das pessoas, apresentando medicamentos e vacinas para muitas das doenças mais desafiadoras do mundo. A MSD Saúde Animal, uma divisão da Merck & Co., Inc., é a unidade global de negócios de saúde animal da MSD. Por meio do seu compromisso com a Ciência para Animais mais Saudáveis®, a MSD Saúde Animal oferece a médicos-veterinários, pecuaristas, donos de pets e governos uma grande variedade de produtos farmacêuticos veterinários, vacinas, soluções e serviços de gerenciamento de saúde, além de um conjunto de produtos voltados à identificação, à rastreabilidade e ao monitoramento digital. A MSD Saúde Animal é dedicada a preservar e melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho dos animais e das pessoas. Investe amplamente em recursos de P&D e em uma cadeia de suprimentos moderna e global. A empresa está presente em mais de 50 países e seus produtos estão disponíveis em cerca de 150 mercados. Para mais informações, visite http://www.msd-saude-animal.com.br ou acesse as páginas no Facebook e no LinkedIn .

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Veterinário Alerta sobre Sintomas de Reumatismo em Pets

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Dr. Ítalo de Oliveira, do Centro Veterinário Seres, destaca os avanços da medicina no tratamento das doenças relacionadas

Você pegou o pet no colo e ele reclamou. No passeio, parou e quis desistir. Também não quer mais pular e está apático? Diante destes sinais, vale buscar a orientação de um veterinário. Seu peludo pode estar com reumatismo.

“Reumatismo não é uma doença, mas o termo é usado popularmente para abranger algumas alterações do sistema locomotor, como, por exemplo, lesões em articulações, inclusive na coluna vertebral”, explica Dr. Ítalo de Oliveira, do Centro Veterinário Seres da Petz.

Nunca descarte a possibilidade de reumatismo em pets com pouca idade. Inflamações nas articulações não são exclusivas de idosos. As doenças reumáticas comumente costumam aparecer com o passar dos anos, mas também acometem pets mais jovens.

“Por predisposição racial, os animais de pequeno porte tendem a sofrer mais com inflamações nas articulações, principalmente os condrodistróficos. Mas animais grandes também podem desenvolver quadros de artrite quando jovens e em idade senil. A artrite é a inflamação da cartilagem, enquanto a artrose é a degeneração dela”, afirma o veterinário.

Os avanços na medicina veterinária vêm proporcionando melhor qualidade nos tratamentos. ” No caso da artrose conseguimos retardar evolução da degeneração da cartilagem com medicações modernas a fim de manter a lubrificação, reduzindo os focos de dor. Além das medicações, hoje temos também diversas terapias que auxiliam no tratamento, como fisioterapia, acupuntura, natação, entre outras”, ressalta.

O Centro Veterinário Seres oferece um serviço especializado de reabilitação proporcionando fortalecimento muscular, programa de redução de peso e diminuição das dores do aparelho locomotor com magnoterapia, eletroestimulação e laserterapia, além de caminhadas em esteira aquática aquecida, onde o paciente se sente mais seguro e confortável. “Algumas vezes associam-se suplementações com condroitina, glicosamina, ômega 3, magnésio e outros, sempre de acordo com a necessidade do paciente após análise laboratorial”, explica o médico do Centro Veterinário Seres da Petz.

Prevenção

Adotando algumas iniciativas podemos evitar ou prevenir lesões no sistema locomotor. Entre as orientações, destacam-se:

• Controle de peso;

• Evite dar suplementos sem orientação médica;

• O pet deve fazer atividades físicas regulares e que não gerem impacto excessivo sobre as articulações;

• Animais idosos de raças pequenas e grandes devem evitar manobras que causem impacto nas articulações (pulos).

Sintomas

• Irritação

• Dor

• Tenta morder quando tocado

• Inchaços

• Hesita em passear, caminhar, correr e pular.

• Letargia

• Claudicação (mancar)

• Perda de apetite

Sobre o Centro Veterinário Seres da Petz

No final de 2018, a rede Petz intensificou sua atuação em saúde com o lançamento do primeiro centro veterinário Seres, que alia conhecimento científico a equipamentos de última geração e serviços de alta complexidade para diagnósticos, cirurgias, tratamentos e emergências. O Seres oferece um novo conceito de hospital veterinário, inspirado em redes internacionais e planejado a partir da ótica do tutor e do pet. Todos setores foram pensados para criar a sensação de acolhimento e ao mesmo tempo dar eficiência ao atendimento.

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Dia Mundial do Combate ao Diabetes: seu pet também pode ter a doença

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A data, comemorada nesta quinta-feira (14), visa conscientizar pessoas sobre prevenção e cuidados; enfermidade também é bastante comum em cães e gatos

O Dia Mundial do Combate ao Diabetes (14) também merece atenção no mundo pet. Os cães e gatos, assim como nós, são bastante suscetíveis à doença e este diagnóstico é muito mais comum do que se imagina. Entre os principais fatores de risco estão a obesidade, uso excessivo de medicamentos que inibem a ação da insulina como corticosteroides, doenças hormonais como hipertireoidismo e hipotireoidismo e o excesso de gordura no sangue (hiperlipidemia).

O diabetes mellitus nos animais funciona de forma semelhante ao dos humanos. O organismo para de produzir insulina ou produz em pouca quantidade a insulina ideal para as necessidades do pet. Sem o hormônio, a glicose não entra nas células e se acumula no sangue.

A boa notícia é que, assim como para os humanos, a doença não tem cura, mas existem maneiras de garantir uma vida normal para o pet. “A insulinoterapia, aplicação de insulina, juntamente a um manejo adequado, com engajamento do tutor ao tratamento permite ao animal ter uma boa qualidade de vida” afirma Silvana Badra, médica veterinária e gerente de produtos pet da MSD Saúde Animal.

Por isso, é preciso ficar atento aos sintomas para detectar o quanto antes a doença e ter sucesso no tratamento. Confira abaixo algumas informações importantes sobre o assunto.

Como saber se o meu pet é diabético?
Os sintomas mais comuns são excesso de sede, excesso de urina, aumento de apetite e perda de peso, apesar do aumento da ingestão de alimentos. “É importante que o tutor fique atento a esses sinais clínicos e na identificação de um ou mais sinais procure o médico-veterinário”, diz Silvana.

Para isso, é preciso prevenir!Não tem segredo, para evitar que o seu animal sofra com essa e outras doenças, é preciso cuidar da saúde dele, o que inclui atenção à medicina preventiva (vacinação, vermifugação, prevenção contra pulgas, carrapatos e insetos), proporcionar uma alimentação saudável, realizar exercícios, e só administrar medicamentos sob recomendação do médico-veterinário.

Diabetes não tem cura, mas tem tratamento
Assim como nos humanos, a diabetes do seu animal não tem cura, mas tem tratamento. Ao perceber algum dos sintomas, procure um veterinário para fazer os exames recomendados. Assim que a doença for diagnosticada deve ser acompanhada com tratamentos ao longo da vida do seu pet, alinhado alimentação saudável, exercícios e aplicação de insulina.

Para a médica veterinária, a escolha da insulina é essencial para obter resultados no tratamento. “Hoje já existe no mercado uma insulina veterinária com a mesma estrutura química da insulina do cão”, conta. “O recurso somado ao seu manejo adequado promove um bom controle e, consequentemente, a longevidade do pet”, completa.

A aplicação de insulina é simples e o próprio dono pode realizar em casa. Na consulta os médicos-veterinários passam todas as informações necessárias para que a aplicação da insulina seja feita da forma correta e para que o manejo deste animal seja adequado, de forma que o animal possa viver saudável e feliz junto à sua família.

Sobre a MSD Saúde Animal
Há mais de um século, a MSD — empresa biofarmacêutica líder global — tem promovido a inovação para a melhoria da vida das pessoas, apresentando medicamentos e vacinas para muitas das doenças mais desafiadoras do mundo. A MSD Saúde Animal, uma divisão da Merck & Co., Inc., é a unidade global de negócios de saúde animal da MSD. Por meio do seu compromisso com a Ciência para Animais mais Saudáveis®, a MSD Saúde Animal oferece a médicos-veterinários, pecuaristas, donos de pets e governos uma grande variedade de produtos farmacêuticos veterinários, vacinas, soluções e serviços de gerenciamento de saúde, além de um conjunto de produtos voltados à identificação, à rastreabilidade e ao monitoramento digital. A MSD Saúde Animal é dedicada a preservar e melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho dos animais e das pessoas. Investe amplamente em recursos de P&D e em uma cadeia de suprimentos moderna e global. A empresa está presente em mais de 50 países e seus produtos estão disponíveis em cerca de 150 mercados. Para mais informações, visite www.msd-saude-animal.com.br ou acesse as páginas no Facebook e no LinkedIn.

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Startup cria primeira rede social para pets

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Liderado por um grupo de executivos e empreendedores do setor de Telecom, aplicativo ARKNOAH chega ao mercado com formato inédito e previsão de investimentos de R$ 10 milhões para os próximos três anos.

Uma rede social voltada 100% ao mundo pet, criada com a concepção de que homem e pet estão cada vez mais conectados. Mais do que isso: um ecossistema de negócios e de relacionamento, no qual donos de pets e empresas do setor interagem, visando um bem comum. Este é o ARKNOAH, app criado por um ex-executivo do mercado de Telecom que percebeu, a partir de um problema pessoal – e do olhar em um mercado pulsante, que cresce dois dígitos anuais – que ali existia uma oportunidade promissora de atuação não só no mercado brasileiro, mas em nível mundial.

“O app ARKNOAH pretende integrar toda a cadeia de valor do universo pet. Envolve os tutores (ARKlovers), fornecedores de produtos, serviços e soluções para os pets (ARKbest), e um segmento que desde o princípio fizemos absoluta questão de um tratamento próximo e diferenciado, que é o das ONGS (ARKangels), que lutam diariamente pela causa pet, razão pela qual são bem-vindas ao app, pois este é um valor nosso”, conta o CEO e idealizador do ARKNOAH, Carlos Cipriano (foto). Ele, que trabalhou no mercado de Telecom por mais de 20 anos, ocupando diretorias nas principais operadoras do país, passou a empreender depois dos 50 em tecnologia, o que tem sido um grande desafio. No ARKNOAH tem um olhar cuidadoso no marketing e na estratégia, além das outras atividades. “Queremos que seja um encontro de aprendizado, diversão, em que todos estejam à vontade com seus pets queridos. ARKNOAH é plural, para todos os bichos”, diz.

Cipriano e seus sócios Josué Freitas (também oriundo do mercado Telecom e COO da startup) e a veterinária Mônica Lopes (responsável pela qualidade técnica, e que dará dicas veterinárias, além de ser a responsável pela interação com os ARKlovers), investiram desde 2017, quando a ideia do app começou a tomar forma, mais de R$ 1 milhão – em recursos próprios; não houve investidores externos ou alavancagem.

Como funciona o ARKNOAH – O plano de negócios, que é dividido em três fases, prevê mais US$ 2,5 milhões de investimento nos próximos dois anos, principalmente em TI. A fase 1 acaba de ser concluída e contempla colocar o ARKNOAH no ar, integrando ARKlovers, ARKbests e ARKangels. O funcionamento é similar ao das redes sociais convencionais dos tutores. Baixa-se o aplicativo, faz-se um cadastro com alguns dados pessoais e em seguida inserem-se fotos e dados dos pets. A partir daí, pessoas, pets, empresas e ONGs se conectam mutuamente e interagem, podendo curtir, comentar, mandar mensagens, postar fotos e vídeos, além de poderem consumir o conteúdo periódico do aplicativo – que são dicas da Dra. Mônica e das mascotes oficiais do app. São quatro: o rottweiler Paul, que falará de generalidades do mundo pet, a gatinha Marietta, que falará sobre horóscopo, o papagaio Silvio, que ensinará o alfabeto pet (uma pílula: “aubraço”) e o peixe palhaço Oscar, que contará coisas engraçadas sobre pets. A fase 2 contempla o oferecimento de serviços de localização, prontuário veterinário para os pets, conexão com eles e serviços. Já a fase 3 pretende conectar agendas dos profissionais com os ARKlovers, além de reconhecimento facial dos pets.

Mercado de quase 140 milhões de “usuários” em potencial – Segundo o Instituto Pet Brasil / IBGE, há cerca de 139,3 milhões de pets no país, dos quais 54,2 milhões são cães, 39 milhões, aves e 23,9 milhões, gatos – esta, a categoria que mais cresceu (8,1%) em comparação à média geral (5,2%) de seis anos atrás, quando a população pet nacional somava 132,4 milhões. Conectar esse universo de donos às empresas do setor está no escopo da nova rede social – cujo potencial econômico é significativo: somente em 2018, o setor movimentou R$ 20,3 bilhões, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) e a perspectiva é que esse número cresça cada vez mais.

O projeto ARKNOAH é genuinamente brasileiro e tem aspiração de se tornar internacional. “Nascemos com a ambição de sermos mundiais; até a concepção do nome foi planejada para facilitar uma compreensão universal, mas daremos um passo de cada vez. Ser forte no Brasil é uma premissa, já que o país é o segundo mercado pet no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. A etapa seguinte é América do Sul. Aprender na nossa região será o alicerce para irmos para Europa e Ásia. O maior mercado mundial, os EUA, exigirá de nossa parte, tamanho e uma curva de experiência que nos capacite para este saldo. Temos os pés bem no chão, com a mente no horizonte e o coração à frente e onde queremos estar”, revela o CEO do ARKNOAH.

O app já está disponível nas lojas online (Android e iOS), para download gratuito. E seu modelo de negócio está baseado, inicialmente, na venda de anúncios e patrocínios. Mas em pouco tempo irá além. Os sócios já estão em conversas adiantadas com uma instituição financeira para o estabelecimento de parceria de negócios, integrando plataformas, além da capacidade em conectar a necessidade de serviços com os fornecedores. A meta é chegar a 16.500 downloads até abril de 2020 e, em 30 meses, atingir a marca de 1 milhão.

Como surgiu a ideia do app 

– Em 2017, Carlos Cipriano percebeu, por conta de um problema de saúde de seu pet (a gata Sofie), que faltava melhorar a relação entre veterinários e pacientes, prontuário eletrônico, agendamento de consultas, localização, entre outros aspectos. Por conta de sua experiência profissional, a Dra. Monica, veterinária do app, contribuiu com as primeiras ideias, acrescidas da percepção de Josué Freitas, sobre a força que se teria para se diferenciar no mercado pet. Foi quando Cipriano percebeu que não havia uma rede social para os pets – apesar de existir padaria, buffet, hotel, boutique, spa, motel, cemitério, beleza, vestuário e até restaurante para eles, com centenas de apps de serviços, mas nenhuma rede social com serviços e ONGs. O executivo vislumbrou, então, a possibilidade de fundir dois mercados crescentes no Brasil e no mundo: o consumo de app (média de 30 mês por brasileiro) e a indústria pet.

Carlos queria que a rede social tivesse um nome de fácil compreensão, não só em português, mas em várias línguas, que denotasse inclusão, porém, que fugisse do tradicional “xxxPET”. Depois de muito brainstorming sem, contudo, chegar a um nome definitivo, ao abrir a Bíblia ele leu sobre Noé e sua arca. Nascia ARKNOAH, que significa “Arca de Noé” em inglês – que representa o lugar onde são tratados, de forma nobre e amorosa, todos os bichos.

De fato, ARKNOAH é um grande guarda-chuva onde todos do mundo pet são bem-vindos – daí a hashtag #vemproark – para se conectar com outros pets, oferecer serviços, anunciar e participar das causas nobres das ONGs. “Às vezes me perguntam sobre Facebook e Instagram, e vejo que são usos concomitantes; a diferença é que somos exclusivamente pets”, observa Carlos.
Ele, por fim, revela porque os três sócios se uniram no ARKNOAH: “Nos juntamos ao projeto por razões distintas e complementares, mas com um elo comum: amor aos pets. Mônica, por um amor visceral e uma vida dedicada a eles; eu e Josué, que somos amigos, como irmãos, com a visão do business e da estratégia”.

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O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE PARASITAS NOS PETS?

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Sejam eles internos ou externos, os parasitas são um problema recorrente em cães e gatos, e podem provocar diversas enfermidades. O veterinário Ricardo Cabral, da Virbac, comenta sobre os tipos mais comuns em pets, as maiores incidências e as principais maneiras de prevenir que o animal se contamine com essas pragas.

O parasita é um organismo que retira de outros organismos os recursos necessários para a sua sobrevivência, podendo viver tanto fora como dentro do corpo do hospedeiro. No caso de cães e gatos, pulgas e carrapatos são exemplos de parasitas externos, que vivem ou invadem sua pele ou pelo. Já os parasitas internos são organismos que se alojam, crescem e se alimentam dentro do corpo dos pets, como é o caso de vermes intestinais e verme do coração, por exemplo.

“Cada um tem sua característica própria, ciclo de vida e forma de contágio diferente, por isso, é muito importante entender suas particularidades para prevenir o pet da melhor forma”, explica o veterinário Ricardo Cabral, da Virbac — indústria farmacêutica veterinária. Confira os principais parasitas em cães e gatos, como identificar os sintomas e formas de prevenir e tratar:

Vermes intestinais e giárdia (parasita interno)

Os vermes mais comuns nos pets são os intestinais, que podem ser redondos, como Ancylostoma ou Ascarídeos (lombrigas) ou chatos como o Dipylidium caninum, que se alojam no intestino delgado do animal e podem trazer diversos problemas de saúde. Já giárdia é um protozoário que adentra o organismo do animal, causando infecções.

Sintomas:
Diarreia, pelagem opaca, fraqueza, apatia, vômito, tosse, perda de apetite e peso são alguns dos sinais que podem indicar uma possível infestação de verminoses no animal de estimação. “Os sintomas devem ser analisados o quanto antes, pois podem levar o animal ao óbito”.

Incidência:
Os vermes e giárdia não dependem do clima ou temperatura para surgirem, podendo aparecer em qualquer época do ano e em qualquer região. “Quando os animais vivem em conjunto ou comunidade, como é o caso dos canis, é perceptível uma maior incidência das verminoses, já que para fechar o ciclo do parasitismo existe a dependência de um contato orofecal”.

Prevenção e tratamento:
Manter o ambiente higienizado é o primeiro passo para a prevenção dos vermes. “A limpeza das fezes e urina deve ser feita, de preferência, após a defecação”. Além disso, é necessário realizar frequentemente a prevenção através de vermífugos — remédios administrados em cães e gatos, de maneira oral, e que combatem as verminoses. “No mercado, existem várias opções de vermífugos, mas o importante, além de consultar um veterinário, é escolher uma marca que seja tradicional e confiável no ramo”.

Verme do coração (parasita interno)

Também conhecido como dirofilariose canina, o verme do coração é um parasita que afeta o sistema cardiopulmonar dos cães domésticos e silvestres.

Sintomas:
No início, a doença pode não ter sintoma algum. Posteriormente, os cães e gatos podem apresentar problemas respiratórios, como respiração acelerada ou respiração curta e rápida, tosse e cansaço fácil, além de perda de peso, apatia e fraqueza. Quando os vermes adultos se alojam no coração, os sintomas de insuficiência cardíaca como tosse e cansaço fácil podem se intensificar.

Incidência:
“O verme do coração possui uma característica de sazonalidade mais marcante, já que sua transmissão aos cães depende de um mosquito vetor. Esse mosquito prefere se reproduzir em épocas com mais calor e chuvas, como no verão. No Brasil, no entanto, regiões mais quentes e úmidas, como regiões litorâneas ou próximas a lagos e represas, podem ter uma prevalência alta da doença durante todo o ano”.

Prevenção e tratamento:
Assim como a prevenção dos vermes intestinais, os vermífugos auxiliam na proteção contra o verme do coração, contribuindo para que o cachorro não seja picado pelo vetor. “Primeiramente, a consulta com o veterinário é essencial para que este indique o melhor vermífugo ao seu animal. Os vermífugos que previnem o verme do coração devem ter em sua composição princípios ativos específicos para este fim, como a ivermectina, e devem ser administrados todos os meses para uma proteção correta”.

Pulgas e carrapatos (parasita externo)

Estão entre os parasitas externos mais conhecidos e que são apresentados em grande quantidade em cães e gatos. “Os carrapatos são aracnídeos que se alimentam do sangue do hospedeiro. Já as pulgas são pequenas e ágeis, o que as tornam esquivas e difícil de visualizá-las”.

Sintomas:
Um forte sinal de que seu animal pode estar com pulgas e carrapatos é a coceira. Muitos cães e gatos são alérgicos à saliva destes parasitas e, se livrar deles, é o primeiro passo para o controle eficaz da alergia. Em situações mais graves de parasitismo, cães e gatos podem apresentar sintomas mais graves como perda de peso e anemia. O problema maior, é que pulgas e, principalmente os carrapatos, são transmissores de muitas doenças infecciosas que podem trazer problemas ainda mais sérios.

Incidência:
Os parasitas externos, especialmente as pulgas, são mais presentes no calor (meses de verão). “Entretanto, como no Brasil não tem uma divisão clara de clima, não é possível ver a sazonalidade principalmente nos estados do Norte e Nordeste, onde é possível perceber a infestação de pulgas e carrapatos durante todo o ano”.

Prevenção e tratamento:
A prevenção de pulgas e carrapatos está totalmente ligada ao ambiente, já que esses parasitas botam o ovo no recinto e não diretamente no animal. “95% das pulgas estão no ambiente, na forma de ovos e larvas. Por isso é muito importante que haja o controle ambiental frequentemente”. Outra forma de prevenção é tratar todos os contactantes. “Por exemplo, se o tutor tem um cachorro e um gato e trata só um animal, o outro também pode ser fonte de re-infestação”. Tratar todos os animais que vivem no ambiente e o próprio ambiente é uma das formas adequadas de prevenir a presença dessas pragas. O tratamento pode ser realizado através de produtos antiparasitários que podem ser encontrados em forma de spray, pipeta e coleiras.

Além disso, manter o ambiente higienizado também é uma importante forma de prevenção contra as pragas. “O indicado é realizar uma limpeza constante do ambiente com o uso de aspiradores de pó e sempre lavar os objetos do pet, como brinquedos, casinha, cobertores, cama, travesseiros, ou qualquer outro utensílio relacionado ao animal”.

#DicadoVeterinário: Atenção com os filhotes!
Os filhotes precisam de mais atenção com relação ao parasitismo e verminoses. Eles podem receber algumas verminoses que são passadas através da placenta da mãe ou por meio do leite materno. “É uma idade onde o animal não tem um sistema imunológico competente, que ajuda a agir contra verminoses. Se houver uma grande quantidade de parasitas no filhote, podem ocorrer problemas mais graves como anemia, má nutrição, subdesenvolvimento e outras consequências”.

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